Pense numa balada!  escrito em quarta 28 maio 2008 15:38

Blog de paulalima : Dando Pitaco!, Pense numa balada!

 

Muito bem, andava caseira, não que era caseira, certo? Porque baladeira que se preze cai na tentação na primeira oportunidade.

Neste sábado cheio de preguiça depois da chuva que caiu logo cedo, fiu jantar com uns amigos, o que em princípio seria um programinha light. Jantar super gostoso, vinhozinho que adoro, bom papo, boa música e tal. Por volta da meia noite decidi que já estava na hora de ir embora.

No táxi, recados no celular para passar na casa de um outro amigo que mora perto da minha casa. Por que não? Parti para a segunda etapa da noite. Cheguei lá, onde havia uma festa de arromba. Nesse momento, todo o vinho já tinha sido devidamente evaporado e uma garrafa de whisky, que iniciou a noite cheia, agonizava seus últimos goles.

O papo foi empolgando, a música aumentando... e, aparentemente, um vizinho se irritando. Umas duas e meia da madrugada, bate na porta a polícia. Achei um certo exagero, realmente estávamos fazendo barulho, mas com certeza se alguém houvesse se manifestado ou pedido, baixaríamos o tom na mesma hora, foi distração mesmo. Enfim, os policiais foram educados e francamente, nem cheguei a ficar nervosa, quem gosta de uma boa farra e nunca vivenciou essa cena da polícia batendo na porta? Estou ficando experiente, ou em outras palavras, muito cara-de-pau.

A cena não deixou de ser um pouco engraçada. Toca a campainha, minha amiga “lararilarará” atende o interfone e ninguém responde. Ela vira para mim e diz algo como, é esse pessoal tocando embaixo para deixar propaganda no correio. E eu, mas às duas da manhã? Na dúvida, resolvi olhar pelo olho mágico na porta. Eram dois homens do tamanho de um armário, com uniforme preto de faixa amarela no peito: ops! Voltei para ela e disse baixo, é a polícia, abre que vou avisar o povo. Ela achou que eu estivesse brincando, mas mesmo assim tentou parecer o mais careta possível e foi abrir a porta. Enquanto ia avisar os meninos para eles já irem baixando o som, só escutava minha amiga falando para os guardas: entrem! Eles não queriam entrar, só pedir para baixar o som. De qualquer maneira, a festa acabou.

Ou melhor, acabou essa etapa, pois como já sabem a noite em São Luís vai longe, uma coisa emenda na outra e quando nos damos conta estamos franzindo a testa com o sol batendo no rosto.

Bom, não chegamos a tanto, mas também a turma de amigos não se deu por vencida e partimos todos para o tal de Com Certeza. Estávamos em um grupo de umas nove pessoas.

Me acabei de dançar. Estava sentindo falta da minha aeróbica semanal. Por mim, acho que seria um dos dias que só sairia de lá varrida e com as luzes acesas, mas no domingão tinha uma feijoada na casa de uma amiga, que estava aniversariando e se eu não fosse a briga era feia. Fomos embora por volta das cinco horas.

 Ao chegar em casa fiz as contas de quanto tempo me restava de sono e torci para não acordar de ressaca no dia seguinte, afinal de contas, uma feijuca animal me aguardava! Dormi bem.

E a feijoada? Foi show de bola.

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É A VIDA  escrito em sábado 24 maio 2008 17:21

Blog de paulalima : Dando Pitaco!, É A VIDA

            Não importa se está solteiro ou casado. Não importa se tem muitos ou poucos amigos. Nem tampouco se é introvertido ou extrovertido. A síndrome da solidão não tem a ver com convites para festas e baladas ou a ausência deles. Justamente num tempo em que o mundo está cada vez mais globalizado, em que as facilidades para os encontros são inúmeras e de diversas formas, parece que a maioria das pessoas está, cada uma no seu grau, sofrendo de solidão.

     A carência parece nos consumir em desejos que inexplicavelmente não se realizam e numa saudade que a gente nem sabe de quê, de onde ou de quem. Buscamos o outro sem encontrá-lo, ainda que vivamos um sem número de relações. Este outro, tão esperado, parece nunca chegar. Ou melhor, às vezes parece nem existe.

      O velho e bom carteiro continua passando todos os dias. Temos telefone, fax e computador. Dentro dele, os e-mails, as salas de bate-papo, os sites de encontros, o orkut, o gazzag, o multiply e o msn. Temos também blogs, fotologs e skype. Instalamos câmera, microfone e colecionamos uma lista interminável de amigos (alguns que a gente nem sabe quem são... mas vale mantê-los porque nos dão a sensação de "estar junto").

      Tudo para tentar aplacar este eco interior. Qualquer coisa que preencha o vazio, o abismo que insiste em nos separar de alguém que já fomos um dia ou - pior! - que gostaríamos de ser, mas não sabemos como construir, enfim, a ponte. 

      Creio que este seja o primeiro passo. Precisamos aprender a construir pontes. Pontes que nos levem até onde desejamos chegar, especialmente do outro lado de nós mesmos.

      Estamos sempre do lado de fora, procurando, olhando, observando, acusando, apontando, amando, desejando, rindo e chorando... sempre do lado de fora...asta uma conversa, uma situação, um encontro... e lá estamos nós falando do que o outro fez, do que o outro disse, de como o outro nos faz sentir. Basta uma nova paixão ou uma velha briga com quem já está ao nosso lado para encontrarmos todas as justificativas no outro.

      Não temos as pontes, as benditas pontes. Caramba! Nem tentamos construí-las. Simplesmente nos acomodamos com as facilidades dos encontros sem laços com o outro sem nos darmos conta de que o único encontro necessário não tem acontecido há anos, há muito, muito tempo! E assim, muitos estão morrendo, ou melhor, se matando de solidão no meio da multidão.

       Paradoxal? Lamentável? Pode até ser! Mas as saídas existem, eu tenho certeza! Você pode encontrar a sua. Eu posso encontrar a minha. Só que, definitivamente, tem de ser dentro e não fora!!!

     Temos confundido liberdade e amor-próprio com egoísmo e individualismo. Olhamos constantemente para o outro, mas não conseguimos vê-lo verdadeiramente porque somente poderemos enxergar alguém - quem quer que seja - depois de termos nos enxergado. Falta nos responsabilizarmos. Falta parar com essa mania desgraçada de acreditar que o outro é o causador dos fatos em nossa vida.

       E assim, quando finalmente começarmos a olhar para tudo o que nos acontece com um pouco mais de propriedade, estou certa de que a solidão diminuirá consideravelmente... porque permitiremos a aproximação das pessoas sem tantas ressalvas e compreenderemos que somos todos um e que sozinhos, fechados em nossa concha pessoal não somos ninguém, nossa existência perde qualquer sentido. Não faz link, não tem significado nem importância, porque perdemos a chance preciosa de compartilhar nosso coração.

       Sugiro que você aposte mais na delícia dos encontros, mas comece hoje, agora, a construir pontes pelas quais você possa passar... atravessar o abismo que sente aí dentro... Porque do outro lado, está certamente a sua imensa capacidade de mudar qualquer situação para melhor. E que esta mudança inclua a humildade que requer a convivência... para definitivamente conseguir sentir bem mais amor e bem menos solidão.

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Retrato de Mãe  escrito em sábado 10 maio 2008 21:05

Blog de paulalima : Dando Pitaco!, Retrato de Mãe

Mãe

 

Uma simples mulher existe que, pela imensidão do seu amor,  tem um pouco de Deus, e pela constância de sua dedicação tem um pouco de anjo;

  Pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos que ama e, rica, empobrecer-se para que seu coração não sangre, ferido pelos ingratos.

Forte, entretanto, estremece ao choro duma criancinha, e fraca, não se altera com a bravura dos leões.

Viva, não sabemos lhe dar o valor porque à sua sombra todas as dores se apagam. Morta, tudo o que somos e tudo o que temos daríamos para vê-la de novo, e receber um aperto de seus braços e uma palavra de seus lábios.

Essa mulher que daria tudo por nós deve ser celebrada todos os dias. Ela que sempre esteve presente em todas as horas e sempre dá o melhor de si para nós.

Eu tenho duas mães: a que me pós no mundo e a que me criou e agradeço às duas pelo amor e dedicação.

 

Mães obrigada por tudo. Quero que saibam que as Amo!

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Sentir-te contra o meu corpo  escrito em sábado 10 maio 2008 18:43

Blog de paulalima : Dando Pitaco!, Sentir-te contra o meu corpo

Satânico é meu pensamento a teu respeito, e ardente é o meu desejo de apertar-te em minha mão, numa sede de vingança incontestável pelo que me fizeste ontem.

A noite era quente e calma, e eu estava em minha cama, quando, sorrateiramente, te aproximaste. Encostaste o teu corpo sem roupa no meu corpo nu, sem o mínimo pudor! Percebendo minha aparente indiferença, aconchegaste-te a mim e mordeste-me sem escrúpulos. Até nos mais íntimos lugares. Eu adormeci.

Hoje quando acordei, procurei-te numa ânsia ardente, mas em vão. Deixaste em meu corpo e no lençol provas irrefutáveis do que entre nós ocorreu durante a noite.

Esta noite recolho-me mais cedo, para na mesma cama, te esperar. Quando chegares, quero te agarrar com avidez e força. Quero te apertar com todas as forças de minhas mãos.

Só descansarei quando vir sair o sangue quente do seu corpo. Só assim, livrar-me-ei de ti, pernilongo Filho da Puta!!!!

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Centro de Lançamento de Alcântara é o mais novo roteiro turístico  escrito em sexta 02 maio 2008 19:47

Blog de paulalima : Dando Pitaco!, Centro de Lançamento de Alcântara é o mais novo roteiro turístico

A visita ao Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) é o mais novo roteiro turístico do pólo São Luís. O passeio acontece todas as terças, das 10h às 12h30. Na ocasião, o visitante poderá conhecer a história do CLA, além de um pouco da cidade de Alcântara.

 A iniciativa agrega ao valor histórico e cultural de Alcântara, a tecnologia moderna do CLA, além de abrir mais um leque de possibilidades ao turismo local.

 Essa é mais uma forma de mostrar que a cidade  tem muito mais atrativos. Não é somente sua rica história, com seus aspectos arquitetônicos e folclóricos. Ela pode também mostrar às pessoas um dos maiores e mais modernos centros de lançamento de foguetes.

 Segundo informações divulgadas pela Secretaria Estadual de Turismo, todo o processo para a abertura à visitação pública do Complexo de Lançamento de Alcântara foi devidamente autorizado pelo Centro Tecnológico Aeroespacial de São José dos Campos (SP), após uma série de conversações mantidas entre o secretário e a direção da instituição.

 

Por que Alcântara?

Alcântara foi escolhida para a implantação do CLA devido a sua localização geográfica, sendo um dos melhores pontos do planeta para lançar satélites e foguetes para o espaço. A cidade está a apenas 2 graus da linha do Equador.

 Dessa forma, os lançamentos feitos a partir do local têm economia de até 30 por cento de combustível, além de permitir a colocação de satélites em órbitas distintas. Outro fator, no caso logístico, é a proximidade de São Luís.

 

Histórico

 O Centro de Lançamento de Alcântara foi criado há 25 anos com o objetivo de colocar em prática o Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE) do governo brasileiro.

 O CLA tem como meta projetar, desenvolver, construir e operar satélites para serem colocados em órbita por foguetes de concepção e fabricação nacionais, lançados em um centro localizado em território brasileiro.

 Atualmente, ele possui capacidade para efetuar lançamentos e rasteiros de foguetes, transformando anos de pesquisa em incontestável realidade.

 

Confira o roteiro:

 10h - Visita à Casa e Cultura Aerospacial, com apresentação de vídeo institucional do CLA;

 10h30 - Deslocamento para o CLA;

 11h - Visita técnica à Sala de Comando e Controle de Lançamentos;

 11h10 - Visita técnica motorizada às estações de Meteorologia, Telemedidas, Radar Adour, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais INPE e Setor de Preparação e Lançamento - SPL;

 11h40 - Parada técnica na Praça das Maquetes para fotos;

 12h - Deslocamento para Alcântara;

 12h30 - Desembarque no Centro Histórico e Alcântara.

 Mais informações: (98) 3231-4696/3311-9203

 

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